Os Factos da Crise

“You never want a serious crisis to go to waste” sugere Rahm Emanuel, Chefe de Gabinete de Barack Obama

Numa conferência organizada pelo Wall Street Journal, no final de 2008, o Chefe de Gabinete de Barack Obama – Rahm Emanuel – apresentava uma nova forma de encarar os problemas que a Administração Obama iria desafiar face à crise económica.

Na visão de Rahm Emanuel, “You never want a serious crisis to go to waste. Things that we had postponed for too long, that were long-term, are now immediate and must be dealt with. This crisis provides the opportunity for us to do things that you could not do before. The good news, I suppose, if you want to see a silver lining, is that the problems are big enough that they lend themselves to ideas from both parties for the solution.”

Leia o artigo completo em: http://online.wsj.com/article/SB122721278056345271.html

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Chief Information Officers: drivers de inovação nas empresas, especialmente em crise

Os departamentos de Sistemas de Informação (DSI) são vistos pelas empresas sob outra luz, depois do abrandamento económico cujas repercussões ainda sentimos. Após um período marcado pela redução de custos e melhoria dos processos empresariais, as tecnologias de informação são hoje consideradas um instrumento fundamental para a criação de valor, desempenho financeiro e inovação. Considerados durante muito tempo como centro de custos, cujo valor acrescentado era difícil de avaliar, os DSI são agora percebidos como uma área fundamental na actividade da empresa, não só no prisma de redução de custos da operação mas como centro de inovação.

Segundo o Barómetro CIO da CSC, com a crescente importância dos DSI, também a função de Chief Information Officer (CIO) se tornou mais abrangente e crítica no seio da empresa, estando, mais que nunca, próximos das unidades de negócio e envolvidos no desenvolvimento e na estratégia corporativa. O CIO dá hoje lugar ao CKO (Chief Knowledge Officer) pela responsabilidade que lhes foi incumbida de serem os líderes da inovação no seio das empresas. Estes responsáveis passam a ser um driver da inovação e transformação do negócio e assumem um papel que implica capacidade de liderar a inovação e a implementação de novos modelos de negócio dentro da empresa.

Conheça com mais detalhe o Barómetro CIO da CSC aqui

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Cavaco Silva propõe Plataforma Ibero-Americana de “inclusão social”

Fonte: Lusa

O Presidente da República, Cavaco Silva, propôs no mês passado a criação de uma plataforma ibero-americana para a “difusão de experiências inovadoras no domínio da inclusão social”, cujo impacto deverá ser avaliado no próximo ano.

Deixo-vos um desafio: que se crie uma plataforma para difusão de experiências inovadoras no domínio da inclusão social, no contexto ibero-americano. E que o Fórum Cívico possa, na Cimeira de Mar del Plata, em 2010, avaliar do seu impacto na vida das nossas comunidades. Julgo que teremos boas e agradáveis surpresas”, desafiou Cavaco Silva, na abertura do V Encontro Cívico Ibero-Americano.

No encontro, que se realiza à margem da XIX cimeira de Chefes de Estado e de Governo ibero-americanos, que este fim-de-semana se realiza no Estoril, Cavaco Silva considerou que existem hoje “um pouco por todo o mundo” uma “nova geração de respostas sociais que rompem com as formas tradicionais de intervenção” e que, no actual contexto de uma “crise económica e social” à escala global cujos feitos estão “longe de estar superados”, devem ser conhecidos.

Em cada um dos nossos países, há, decerto, exemplos de inovação social que podem ser invocados, mas o mais importante é que eles possam ser identificados, conhecidos e difundidos por esta vasta Comunidade Ibero-Americana, de forma a poderem beneficiar mais os nossos compatriotas que enfrentam o desemprego, a pobreza e a exclusão social”, apontou.

Perante representantes da sociedade civil ibero-americana, o chefe de Estado lembrou que a prevista recuperação da economia não terá “efeitos imediatos sobre a criação de emprego e o bem-estar das populações atingidas”, pelo que se torna urgente olhar “com atenção redobrada para os grupos sociais mais vulneráveis.

“A situação é tanto mais grave quanto os Estados estão hoje confrontados com limitações financeiras impostas pelos elevados défices e pelo excessivo endividamento, que os inibem de ir muito mais além nas tradicionais políticas sociais redistributivas do rendimento”, acrescentou.

A debilidade do Estado e a eficácia “cada vez mais reduzida” das políticas públicas exige, por isso, “novas respostas” e uma “mobilização geral contra o desemprego, a nova pobreza e a exclusão social”, uma “maior mobilização e responsabilidade social dos cidadãos, das empresas e das comunidades locais, na prossecução de objectivos comuns de carácter solidário”.

Apontando o microcrédito, os bancos alimentares contra a fome ou o ensino à distância como “exemplos bem-sucedidos” de inovação social que nascem da “mobilização das comunidades”, Cavaco Silva lembrou o seu contributo para a tentativa de “mudança de mentalidades” no país através dos Roteiros para a Inclusão.

“Uma boa ideia pode produzir uma boa oportunidade; mas, se ela puder ser replicada em redes sociais organizadas, pode ter um efeito multiplicador extraordinário. A inovação social não está no acto isolado, ainda que voluntarioso, mas antes na capacidade de, em conjunto e de forma organizada, conseguirmos mobilizar recursos, muitas vezes esquecidos, para a resolução dos problemas”, defendeu.

Neste contexto, defendeu Cavaco Silva, o Estado deve ser um “facilitador da iniciativa organizada dos cidadãos” e das “redes cooperativas de inovação social, promover uma “melhor afectação dos recursos públicos” e dotar as comunidades locais “dos instrumentos e das oportunidades necessárias ao seu próprio desenvolvimento”.

Leia a notícia em: http://www.agencialusa.com.br/index.php?iden=28604

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